04/01/2026

Meu gosto por cinema clássico

        Estou curtindo uma tarde amena de domingo assistindo ao clássico “O Homem que Sabia Demais”, dirigido por Alfred Hitchcock e lançado em 1956. Ontem, foi dia de rever “007 - O Espião que me Amava” e resolvi, então, escrever um pouco sobre esse meu gosto.


Foto de agora (6h47m P.M. 04.01.2026) onde assisto a'O Homem que Sabia Demais".

        Uma das premissas do cinema é servir como uma válvula de escape para a realidade, transportando-nos para realidades alternativas. O filme ideal para alcançar este objetivo varia conforme os desejos de cada espectador. Por isso, há quem goste de projeções futuristas, fantasiosas ou mais clássicas, como é o meu caso. 


        Desde pequeno eu assisto a filmes do tipo. Entretanto, só a partir de 2010, com a internet em casa, consegui acessar os clássicos dirigidos por Hitchcock e Kubrick e as assustadoras produções da Hammer com as icônicas histórias de Drácula. E logo me identifiquei com estas obras de arte. Por algum motivo, eu gosto muito de filmes mais simples, construídos sobre uma história linear, pouca computação gráfica e muito talento na interpretação. 


        É um privilégio ver histórias com Grace Kelly, James Stewart, Doris Day, Cary Grant, Eva Marie Saint, Peter Cushing, Christopher Lee, Roger Moore, dentre outros. Podemos identificar aqui um certo padrão, no qual entendemos que gosto muito de um humor peculiar, elegância, diálogos bem construídos e aquela cumplicidade no olhar nas mais diferentes situações. Uma classe que hoje em dia não é tão vista, mas não quero bancar aqui o saudosista de uma época que não vivi. É apenas uma representação, na tela, do que eu gosto de ver e para onde eu acho divertido me teletransportar.


        Puxando pela memória, lembro que este gosto se tornou mais forte quando eu trabalhava até de madrugada e chegava em casa por volta das 3 da manhã. Logo tomava um café e colocava algum destes filmes para rodar na Netflix (na época, a maioria estava por lá). Quantas histórias me divertiram, nossa, eu lembro com muito carinho daquela época. Com o tempo, fui encontrando estas obras em DVDs em minhas expedições pelos sebos.


        Uma coisa legal é que eu sempre revisito eles. Como sabemos, as obras de Hitchcock são de suspense, então, de certa forma eu já sei o final. Mas cada vez que assisto, eu descubro algo novo para observar. Anos passam e com a minha evolução, naturalmente, consigo identificar outras nuances na narrativa, deixando a experiência sempre nova.


        E você? Qual a sua relação com a sétima arte? Até o próximo texto!

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